quarta-feira, 8 de setembro de 2010

The silence can do more. For better or for worse. Enjoy the Silence...

http://www.youtube.com/watch?v=dAN9sKlOZxE

"Words like violence, break the silence, come crashing in into my little world. Painful to me pierce right through me..."

terça-feira, 27 de abril de 2010

Duo




They come to me, irresistible, overwhelming.
Mas eu não os posso ter.
I can't have them for so many reasons.
Ainda assim eu os quero.
So badly that hurt.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Remember Me




Whatever you do in life will be
insignificant but it is very
important that you do it because...


You can't know...


You can't ever really know the
meaning of your life...


And you don't need to...
Just know that your life has a meaning...


Every life has a meaning... whether
it lasts one hundred years or one
hundred seconds...


Every life... And every death... changes the
world in its own way...


Ghandi knew this. He knew his life
would mean something to someone,
somewhere, somehow. And he knew
with as much certainty that he
could never know that meaning...
He understood that enjoying life
should be of much greater concern
then understanding it.
And so do I.


You can't know...


So don't take it for granted...
But don't take it too seriously...


*Don't postpone what you want...
*Don't leave anything misunderstood...
*Make sure the people you care about know...
Make sure they know how you really feel...


Because just like that...


IT COULD END



Tyler H.

quinta-feira, 11 de março de 2010




Hoje é dia de mudar de casa, de rua, de vida. As malas sufocam os corredores. Pelo chão restam plumas amassadas, restos de purpurina, frangalhos de echarpes indianas roubadas, pontas de cigarro (Players Number Six, o mais barato). Chico toca violão e canta London, London: no, nowhere to go. Poucos ainda sorriem e olham nos olhos.
Hoje é dia, mais uma vez, de mudar de casa e de vida. Os olhos buscam signos, avisos, o coração resiste (até quando?) e o rosto se banha de estrelas dormidas de ontem, estrelas vagabundas encontradas pelas latas de lixo abundantes de London, London, Babylon City. Alguém pergunta: "O que é que se diz quando se está precisando morrer?" Eu não digo nada, é a minha resposta.

quarta-feira, 3 de março de 2010


Estas alegrias violentas têm fins violentos
Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consomem.
Romeu e Juliela, Ato II, Cena VI

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Blood for whales

Hoje sonhei com baleias, com aulas de latim e com feridas abertas.
Acordei e simplesmente lembrei de tudo.
Será que isso quer dizer alguma coisa?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

(pulsações)

- Perto do Coração Selvagem - Água Viva - Felicidade Clandestina -
Se pudesse definir como Sinto a minha vida,
diria que é como a primeira leitura de
Clarice.

Motivos.

Caro amigo, tu não vês, mas já são altas horas da noite e não consigo parar de escrever.
Sempre que tento, acode-me uma ideia, um verso, e todo o intento vai por água abaixo.
Não sou Drummond, tampouco escrevo Tabacarias, mas o que escrevo me sai tão puro, tão cru,
a mais pura verdade de um sentimento, pois é o sentimento primeiro, o que nasceu e não teve tempo de ser disfarçado ou mentido.
Escrevo para continuar vivendo. Ou melhor, para continuar seguindo.

Scenic World

Teatro.
Vejo-me no palco, no meio do tablado,
Dizendo belas frases desconexas.
Proclamos Shakespeare, faço promessas de amor e clamo aos céus.
Tem ali tanta expressividade, tanto de mim.
Estou triste. Choro não sei porquê.
A luz está em mim, mas eu não sou o foco.
É ela, é a expressão em meu rosto que eles querem ver.
É a pura tristeza, angústia do artista incompreendido.
Porque sou poeta. Isto, e nada mais.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

L'amour - Carla Bruni


O amor, hum hum, não para mim,
qualquer um, este sempre,
não ao não tido,
aquilo brinca das voltas,
aproxima-se sem estar a mostrar-se,
como contraste de veludos,fere-me, ou cansa-me, de acordo com os dias.

O amor, hum hum, aquilo não vale nada,
aquilo preocupa-me de todo,
e aquilo disfarça-se suave, quando aquilo brame,
quando aquilo morde-me, então sim.
Aos piores pânicos, todos,
porque quero, hum hum, ainda.