Caro amigo, tu não vês, mas já são altas horas da noite e não consigo parar de escrever.
Sempre que tento, acode-me uma ideia, um verso, e todo o intento vai por água abaixo.
Não sou Drummond, tampouco escrevo Tabacarias, mas o que escrevo me sai tão puro, tão cru,
a mais pura verdade de um sentimento, pois é o sentimento primeiro, o que nasceu e não teve tempo de ser disfarçado ou mentido.
Escrevo para continuar vivendo. Ou melhor, para continuar seguindo.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
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