Teatro.
Vejo-me no palco, no meio do tablado,
Dizendo belas frases desconexas.
Proclamos Shakespeare, faço promessas de amor e clamo aos céus.
Tem ali tanta expressividade, tanto de mim.
Estou triste. Choro não sei porquê.
A luz está em mim, mas eu não sou o foco.
É ela, é a expressão em meu rosto que eles querem ver.
É a pura tristeza, angústia do artista incompreendido.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
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